Carta

Blason   Abadia de São José de ​​Clairval

F-21150 Flavigny-sur-Ozerain

France


Baixar como pdf
[Cette lettre en français]
[Aquesta carta en català]
[Questa lettera in italiano]
1 Janeiro 2018
Espèra


Caro amigo da Abadia de São José

Ao entardecer do dia 19 de Fevereiro de 1818, depois de ter percorrido a pé os trinta quilómetros que separam Écully da povoação de Ars (perto de Lyon, em França), o jovem sacerdote, João Maria Vianney, pergunta a um pastor que caminho deve seguir para chegar à sua nova paróquia. O pastor indica àquele desconhecido por onde deve seguir e, como agradecimento, escuta o seguinte : « Caro amigo, mostraste-me o caminho de Ars, eu mostrar-te-ei o caminho do Céu ».

« Dêmos graças a Deus pelos santos que marcaram a história da França » (João Paulo II, 25 de Setembro de 1996). Não é a missão dos santos indicar-nos o caminho que conduz ao Céu ? São Bento, no prólogo da sua Regra, diz-nos o seguinte : « Cinjamos os rins com a fé e com a prática das boas obras ; seguindo o Evangelho, avancemos nos caminhos do Senhor, a fim de que mereçamos contemplar quem nos chamou para o Seu Reino. Mas se queremos habitar nesse reino, é necessário praticar boas obras, sem as quais não o podemos alcançar ». Como uma das tochas que iluminam o nosso caminho, São João Maria Vianney ajuda-nos, mediante o seu exemplo, a actuar segundo a nossa vocação cristã.

Um simples pastor sob o terror

1793 O Terror. Em Lyon, no meio da praça dos Terreaux, a guilhotina não tem descanso. As igrejas estão fechadas. Nos caminhos, apenas existem os alicerces dos calvários : pois homens vindos de Lyon derrubaram as cruzes. Entre os verdadeiros fiéis, somente o santuário dos seus corações permanece inviolável. João Maria Vianney, nascido em 1786, passa os seus primeiros anos neste clima da revolução. Guarda com muito esmero uma estatueta da Virgem, levando-a inclusive consigo para os campos, num bolso. Coloca-a no tronco de uma velha árvore, rodeando-a de musgo, de ramagens e flores, depois ajoelha-se na erva, recita o rosário. As margens do riacho substituíram a igreja secularizada onde já ninguém reza. Há outros pastores que cuidam dos rebanhos nos arredores ; é uma companhia nem sempre aconselhável, mas João Maria não pode impedir que se aproximem. E um dia, sem se aperceber, converte-se em apóstolo, em catequista dos companheiros, repetindo o que ele mesmo ouviu no silêncio das noites, e ensina as orações que aprendeu da mãe. Acaba de desabrochar uma vocação sacerdotal : no íntimo da sua alma faz-se ouvir esse segue-me (Mt 8, 22) que, nas margens do lago da Galileia, seduziu Pedro, André, Tiago e João a seguir Jesus.

Com 19 anos, inicia os estudos como seminarista, mas, infelizmente, a gramática latina torna-se-lhe ingrata. Tem resposta pronta e é agradável ouvi-lo falar, mas os estudos são difíceis ; sempre que tem uma caneta entre os dedos, torna-se lento, perturbado. No seminário maior de Lyon os seus esforços parecem estéreis. Mas a maior das provas chega quando, ao fim de cinco ou seis meses, os directores não acreditam que possa superar as dificuldades e pedem-lhe que desista. Muitos dos seus condiscípulos ficam muito tristes ao vê-lo deixar o seminário. Também ele com muita pena, confia na Providência. Após uma longa e estudiosa espera, o seu director espiritual apresenta-o a um dos vigários-gerais, o padre Courbon, que governa a arquidiocese de Lyon : « Vianney é piedoso ? pergunta-lhe. Tem devoção à Virgem Maria ? Sabe rezar o terço ? – Sim, é um modelo de piedade. Um modelo de piedade ! Poi bem, que se apresente. A graça de Deus fará o resto… A Igreja não necessita apenas de padres sábios, mas também e sobretudo de padres piedosos ».

Estava o padre Courbon muito inspirado. Pela graça de Deus e um trabalho assíduo, Vianney consegue fazer verdadeiros progressos nos estudos. No exame canónico para aceder ao sacerdócio, o examinador interroga-o durante mais de uma hora acerca dos pontos mais difíceis da teologia moral. As suas respostas claras e precisas satisfazem por completo. Durante toda a vida, aquele santo pároco concederá muita importância ao conhecimento da sagrada doutrina. Prepara cuidadosamente os sermões. Para actualizar os conhecimentos, dedica ao estudo as noites de Inverno.

A obsessão pela salvação das almas.

Daí em diante, Vianney pode aceder ao sacerdócio. É ordenado presbítero a 13 de Agosto de 1815. Deus enviou o seu Filho ao mundo para que por Ele o mundo seja salvo (Jo 3, 17). A missão dos sacerdotes é, precisamente, tornar esta obra de salvação presente e eficiente por todo o mundo. Por isso poderá dizer o Cura d’ Ars : « Sem o padre, a morte e a Paixão de Nosso Senhor não serviriam de nada. É o padre que continua na Terra a obra da Redenção ».

À imagem do Bom Pastor, a sua vida decorrerá buscando as ovelhas tresmalhadas para as reconduzir ao redil. « Infeliz o pastor que permanece mudo ao ver Deus ultrajado e as almas desorientadas ! », dirá numa ocasião. Tem uma atracção especial pela conversão dos pecadores, de tal modo que as suas lamentações pela perda das almas partem o coração : « Ainda se Deus não fosse tão bom… Mas é tão bom !… Salvai a vossa pobre alma ! Que pena perder uma alma que tanto custou a Nosso Senhor ! Que mal vos fez para O tratardes desse modo ? ». Um dia, fará uma pregação memorável sobre o juízo final, repetindo várias vezes ao referir-se aos condenados : « Malditos de Deus !… Malditos de Deus !… Que desgraça ! Que desgraça ! ». Não são simples palavras, mas soluços que arrancam lágrimas a todos os presentes. Enquanto pode, está disposto para oferecer o perdão de Deus às almas arrependidas. Tem, com efeito, um grande horror ao mal. « Pelo pecado, afastamos Deus das nossas almas, desprezamos Deus, crucificamo-Lo, desafiamos a Sua justiça, entristecemos o Seu coração de pai, arrebatamos-lhe adorações e louvores que somente a Ele são devidos… O pecado aloja no nosso espírito trevas horríveis que obstruem os olhos da alma ; o pecado obscurece a fé, como as nuvens espessas obscurecem o sol diante dos nossos olhos… Impede-nos de ir ao Céu. Oh ! quanta maldade há no pecado ! ». Exactamente por isso é que dedicará muito do seu tempo a administrar o sacramento da Penitência, meio ordinário para recuperar o estado de graça e a amizade do Senhor.

«O‌ grande milagre do Cura d’Ars, segundo se tem afirmado, é o seu confessionário cercado noite e dia ». O santo vive nesse acanhado reduto as três quartas partes da sua existência : de Novembro a Março passa aí 11 ou 12 horas por dia e, quando chega o tempo bom, entre 16 a 18 horas. No Inverno, quando os seus dedos, fendidos por causa das frieiras, se encontram entorpecidos, acende de vez em quando um bocado de jornal para os aquecer. Quanto aos pés, segundo ele mesmo confessa, « desde Todos-os-Santos à Páscoa, não os sinto ! ». Tão verdade é isto que acontece, à noite, ao tirar as meias, arranca ao mesmo tempo a pele dos calcanhares. Mas nada lhe importa esses sofrimentos, porque para salvar almas está disposto a tudo.

Um confessionário sitiado

«Para se ficar perdoado de todos os pecados, é necessário fazer uma confissão bem feita ! », costuma dizer com frequência. “Uma confissão bem feita” : significa, em primeiro lugar, que se faça uma boa preparação mediante um sério exame de consciência. A este respeito, o Papa João Paulo II recorda-nos que « a confissão deve ser completa, no sentido de que deve enunciar todos os pecados mortais… Hoje em dia, muitos fiéis que se aproximam do sacramento da Penitência não referem todos os pecados mortais, e, por vezes, opõem-se ao confessor considerando que este se está a intrometer injustificadamente no santuário da sua consciência. Ora é seu dever interrogá-lo para obter uma descrição exaustiva e necessária dos pecados. Desejo e rezo para que esses fiéis pouco esclarecidos se convençam de que a regra segundo a qual se exige a enumeração específica e exaustiva dos pecados, na medida em que a memória interrogada de forma honesta permita que se recordem, não é um peso que lhes é imposto de maneira arbitrária, mas um meio de libertação e de serenidade » (Alocução aos estudantes de Teologia Moral, a 22 de Março de 1996).

« O pecado une o homem aos seus vínculos vergonhosos », afirma o santo Cura. Segundo as palavras de Nosso Senhor : Aquele que comete pecado, é escravo do pecado (Jo 8, 34). Efectivamente, o pecado cria um atractivo ao pecado ; cria o vício e obscurece a consciência (cf. Catecismo da Igreja Católica, 1865). A absolvição sacramental recebida segundo as disposições pertinentes devolve à alma a verdadeira liberdade interior e dá-lhe forças para vencer os maus hábitos. « É reconfortante pensar que temos um sacramento que cura as feridas da nossa alma ! », exclama São João Maria Vianney. E acrescenta : « No sacramento da Penitência, Deus mostra-nos a sua misericórdia e faz-nos dela partícipes até ao infinito… Ontem à noite vistes a minha vela, e esta manhã deixou de estar acesa. Onde está ? Já não existe, desapareceu. Assim também os pecados dos que foram absolvidos deixam de existir : desapareceram ».

O sacramento da reconciliação com Deus traz uma verdadeira “ressurreição espiritual”, uma restituição da amizade divina. Um dos frutos secundários é a alegria da alma, a paz da consciência. E foram muitos, os penitentes de Ars, que o experimentaram. Um deles, um incrédulo ancião que não se confessava há mais de trinta anos, reconheceu que, após a confissão dos pecados, tinha sentido « um indescritível bem-estar ».

Mas a bondade do santo para com os pecadores não se converte em debilidade, pois antes de dar a absolvição exige indícios suficientes de conversão. Há duas coisas que são absolutamente necessárias : em primeiro lugar a contrição, quer dizer, « a dor de ter pecado, baseada em motivos sobrenaturais, pois o pecado viola a caridade para com Deus, Bem Supremo, causou os sofrimentos do Redentor e ocasiona em nós a perda dos bens eternos » (João Paulo II, ibid.). Numa ocasião, o santo Cura repreende nestes termos um penitente mal-humorado : « O seu arrependimento não vem de Deus, nem da dor dos seus pecados, mas somente do medo do inferno ». É igualmente necessário o firme propósito de não voltar a pecar. « É, por outro lado, evidente que a acusação dos pecados deve compreender a intenção séria de não voltar a pecar. Se faltar essa disposição da alma, não há na realidade arrependimento » (João Paulo II, ibid.). A intenção de não voltar a pecar implica a vontade de pôr em prática os meios apropriados para isso e, se necessário, a renúncia a certos comportamentos. Desde este ponto de vista, o Cura d’Ars manifesta uma firmeza que lhe vale certas críticas, por exemplo quando exige aos penitentes que deixem de bailar ou de usar roupa indecente.

Confiança na graça

«A intenção de não pecar deve fundar-se na graça divina que o Senhor nunca recusa a quem faz o que pode para agir honestamente. Esperamos da bondade divina, em razão das suas promessas e dos méritos de Jesus Cristo, a vida eterna e as graças necessárias para a obter » (João Paulo II, ibid.) O santo Cura dá ânimo aos seus penitentes para beberem nas fontes da graça : « Há duas coisas para nos unirmos a Nosso Senhor e para conseguir a salvação : a oração e os sacramentos ». Mediante a graça tudo se torna possível, e inclusive fácil.

Ma‌s, sobretudo, São João Maria Vianney quer conduzir os fiéis à comunhão eucarística. Comungar significa receber o próprio Cristo e aumentar a nossa união com Ele, e isso supõe o estado de graça : « O que quer receber a Cristo na Comunhão eucarística deve estar em estado de graça. Se alguém tem consciência de ter pecado mortalmente, não deve aproximar-se da Eucaristia sem previamente ter recebido a absolvição no sacramento da Penitência » (CIC, 1415). Às almas dispostas e desejosas de progredir, o pároco d’ Ars, contrariamente ao costume da época, aconselha-as a que comunguem com frequência : « O alimento da alma é o corpo e o sangue de Deus ! Que belo alimento ! A alma somente pode alimentar-se de Deus, e somente Deus a pode alimentar, somente Deus pode saciar a sua fome ! A alma tem necessidade absoluta de Deus. Assim, pois, aproximai-vos da comunhão, aproximai-vos de Jesus com amor e confiança ! ».

Também fez da Eucaristia o centro da sua vida. Sabemos que lugar ocupou a Missa em cada um dos seus dias, com que esmero se preparava e a celebrava. Também encorajava a que se fizessem visitas ao Santíssimo Sacramento, e gostava de contar a seguinte anedota : « Existia nesta paróquia um homem que morreu há alguns anos. Uma manhã, ao entrar na igreja para rezar antes de se dirigir aos campos, deixou a enxada à porta e esqueceu-se de tudo pensando em Deus. Um vizinho, que trabalhava perto dos seus campos e que costumava vê-lo, estranhou a sua ausência. Ao regressar, ocorreu-lhe entrar na igreja, pensando que talvez o encontrasse aí. E assim aconteceu. “Que fazes aqui há tanto tempo ?”, perguntou-lhe. O outro respondeu : “Advirto a Deus, e Deus adverte-me” ».

O meu afecto mais antigo

Ao mesmo tempo que a Eucaristia, o santo pároco conduz as almas à Virgem, Mãe de misericórdia e refúgio dos pecadores. Costuma ficar durante muitas horas em oração junto do seu altar. Na catequese, pregações e conversas, fala disso do fundo do coração : « A Santíssima Virgem encontra-se entre o seu Filho e nós. Quanto mais pecadores somos mais ternura e compaixão tem para connosco. O filho que mais lágrimas causou à Mãe é o mais querido do seu coração. Acaso uma mãe não acode sempre ao mais débil e mais inseguro ? Acaso, os médicos não prestam, nos hospitais, mais atenção aos pacientes mais graves ? » Um dia diz a Catarina Lassagne, que é uma das suas seguidoras : « Amei-a [a Virgem] inclusive antes de a conhecer ; é o meu mais antigo afecto ». A Santíssima Virgem é, para ele, a luz nos seus dias tristes. A 8 de Dezembro de 1854, o Papa Pio IX proclama o dogma da Imaculada Conceição. Apesar do cansaço, o Cura d’Ars empenha-se em ele mesmo celebrar a Missa solene. Pela tarde, à saída de Vésperas, toda a paróquia se dirige em procissão ao colégio dos frades, onde benze uma estátua da Imaculada instalada no jardim e de que é o donatário. De noite, na aldeia, ilumina-se o campanário, as paredes da igreja e as fachadas das casas. Esta festa é realmente um dos dias mais belos da sua vida. Apesar de ser quase septuagenário, parece ter rejuvenescido vinte anos. Jamais criança alguma foi tão feliz ao ver triunfar a sua mãe : « Que felicidade ! Que felicidade ! Sempre pensei que ao esplendor das verdades católicas faltava este brilho. Era uma lacuna que a religião tinha de preencher ».

N‌o amor pelas almas, São João Maria Vianney não se esquece dos pobres. Funda um lar para as meninas abandonadas a que dá o nome “a Providência”. Este estabelecimento acolhe cinquenta ou sessenta jovens dos doze aos dezoito anos. Vindas de todas as regiões e admitidas sem nada pagar ; ali passam algum tempo e, de seguida, são acomodadas nas quintas da região. Durante a estadia aprendem a conhecer, a amar e a servir a Deus. Formam como que uma família, na qual as mais velhas dão exemplo, conselho e instrução às mais jovens. Não se trata de uma instituição qualquer, mas de uma espécie de emanação da santidade do fundador. Dele recebe os recursos, a vida, o espirito e a direcção.

M‌as as almas não se salvam sem muitos sofrimentos. Há contradições, cruzes, lutas e obstáculos que, procedentes de todas as partes, ocorrem ao santo Cura, tanto provenientes dos homens como do “Manápula, em francês Grappin” (alcunha com que se costuma designar o demónio). A sua vida é um combate contra as forças do mal. Para suportá-lo, os únicos recursos são a paciência, as orações e o jejum que por vezes ultrapassa os limites da prudência humana. Desenvolve a tal ponto a virtude da bondade que dir-se-ia não ter paixões e ser incapaz de se enfurecer. Mas, as pessoas que convivem mais de perto com ele e o acompanham facilmente se apercebem de que tem imaginação viva e carácter ardente. Entre as surpreendentes provas de paciência, conta-se que um homem d’Ars, um dia, se abeirou da residência paroquial para o encher de insultos. Recebeu-o, escutou-o em silêncio e acompanhou-o com educação, dando lhe inclusive um aperto de mão na despedida. Tanto lhe custou esse sacrifício que subiu imediatamente ao seu quarto e teve de se meter na cama : tinha o corpo cheio de borbulhas por se ter contido…

« Repousarei no Paraíso »

O santo deve essa heróica paciência ao amor por Jesus Cristo. Nosso Senhor é para ele a vida, o céu, o presente e o futuro, e a Eucaristia é o único estancamento possível da sede que o consome. « Oh, Senhor – exclama com frequência com os olhos cheios de lágrimas –, conhecer-Te é amar-Te !… Se soubéssemos quanto nos ama Nosso Senhor, morreríamos de felicidade ! Não creio que haja corações tão empedernidos e incapazes de amar ao sentirem-se tão amados… Como é bela a caridade ! É algo que emana do Coração de Jesus, que é amor… A única felicidade que temos na Terra é amar a Deus e saber que Deu nos ama… ».

Ao chegar o termo da sua vida, da qual relatámos alguns fragmentos, o santo pároco aspira ardentemente ao Céu. « Vê-lo-emos ! Vê-lo-emos !… Oh, meus irmãos ! Alguma vez pensastes nisto ? Veremos a Deus ! Veremos a Deus de verdade ! Vê-Lo-emos tal como é… faca a face !… Vê-Lo-emos ! Vê-Lo-emos ! », disse numa ocasião. Como o operário que cumpriu com perfeição a sua tarefa, partiu para ver a Deus e para descansar no paraíso a 4 de Agosto de 1859.

« A Igreja não o considera como tesouro de um tempo já passado, mas como uma poderosa inspiração para avançar na peregrinação da fé, por caminhos sempre novos » (S. João Paulo II, Reims, 22 de Setembro de 1996). A vida do Cura d’Ars é um tesouro para a Igreja. “São João Maria Vianney, que tivestes na vida enorme zelo pela salvação das almas e amor sem limites para com os pobres pecadores, aumentai em nós o espírito de sacrifício e preparai-nos um lugar no Céu, para que juntos possamos contemplar a Deus por toda a eternidade”.

É o que pedimos nas nossas orações a vós dirigidas, para os que vos são queridos e para todos os defuntos.

Dom Antoine Marie osb